Em resumo
Os laudos e as conversas sobre varizes usam muitos termos técnicos. Este glossário explica, em linguagem direta, as palavras mais comuns sobre anatomia das veias, doença venosa e linfática, exames e tratamentos.
Laudos de eco-Doppler, pedidos de exame e conversas no consultório usam palavras que raramente aparecem no dia a dia. Este glossário explica, em linguagem direta, os termos mais comuns ligados às varizes, às doenças das veias e dos vasos linfáticos e aos procedimentos usados no tratamento.
Para ver como esses termos aparecem num exame, consulte a página sobre o eco-Doppler venoso; as classes de C0 a C6 estão detalhadas em classificação CEAP, e dúvidas práticas estão reunidas em perguntas frequentes. Um panorama das doenças venosas ajuda a situar cada termo, e termos de outras áreas da medicina podem ser consultados a partir da definição de varizes na enciclopédia médica.
A
- Ablação térmica endovenosa
- Fechamento de uma veia doente por calor aplicado de dentro dela, com fibra de laser ou cateter de radiofrequência introduzidos por punção. A veia tratada deixa de conduzir sangue e é absorvida pelo organismo com o tempo. É o tratamento preferido para safenas com refluxo.
- Adesivo de cianoacrilato
- Cola de uso médico empregada para fechar veias safenas por dentro, sem calor e sem a anestesia aplicada ao redor da veia nas técnicas térmicas. O adesivo é injetado por cateter e une as paredes da veia. É uma das técnicas endovenosas não térmicas.
- Anticoagulante
- Medicamento que reduz a capacidade de coagulação do sangue e impede que coágulos cresçam ou se formem. É a base do tratamento da trombose venosa profunda. Não dissolve varizes e não deve ser usado sem prescrição, pelo risco de sangramento.
- Atrofia branca
- Área de pele esbranquiçada, lisa e com aspecto de cicatriz, salpicada de pequenos pontos vermelhos, que surge perto do tornozelo na insuficiência venosa avançada. Costuma ser dolorosa e é uma região propensa a feridas difíceis de cicatrizar.
B
- Bomba muscular da panturrilha
- Mecanismo pelo qual a contração dos músculos da panturrilha, a cada passo, comprime as veias profundas e empurra o sangue em direção ao coração. Por esse papel, a panturrilha é chamada de coração periférico. Caminhar é a forma mais eficiente de acioná-la.
C
- CEAP
- Classificação internacional da doença venosa crônica, cuja sigla reúne os aspectos clínico, etiológico, anatômico e fisiopatológico. A parte clínica vai de C0, sem sinais visíveis, a C6, úlcera venosa aberta, passando por vasinhos, varizes, edema e alterações de pele. A versão revisada foi publicada em 2020.
- Coroa flebectásica
- Conjunto de pequenas veias finas e azuladas, em forma de leque, na borda do pé e ao redor do tornozelo. Costuma indicar hipertensão venosa mantida e, na revisão da classificação CEAP, é considerada sinal de doença mais avançada.
- Crossectomia
- Ligadura cirúrgica da safena e de seus ramos no ponto em que ela desemboca na veia profunda, como na junção safeno-femoral, na virilha. Fazia parte da cirurgia convencional de varizes e hoje é usada em situações selecionadas.
D
- D-dímero
- Exame de sangue que detecta fragmentos da degradação de coágulos. Um valor normal, em pessoa com baixa probabilidade clínica, ajuda a afastar trombose venosa profunda. Valor alto não confirma trombose, pois também sobe com a idade, na gestação, em infecções e após cirurgias.
- Dermatite ocre
- Manchas acastanhadas na parte inferior das pernas, sobretudo perto do tornozelo, causadas pelo depósito de hemossiderina, pigmento derivado do sangue que extravasa dos capilares. É sinal de insuficiência venosa crônica com alteração de pele.
- Doença arterial periférica
- Estreitamento ou obstrução das artérias das pernas, geralmente por aterosclerose. Causa dor ao caminhar que melhora com repouso, pés frios e feridas. Precisa ser descartada antes da indicação de meias de compressão mais fortes.
- Doença venosa crônica
- Termo que abrange todas as alterações de longa duração das veias das pernas, de vasinhos e varizes a inchaço, manchas e úlceras. Quando há alterações mais avançadas, como edema e lesões de pele, usa-se também a expressão insuficiência venosa crônica.
E
- Eco-Doppler venoso
- Ultrassonografia com Doppler que mostra a anatomia das veias e a direção do fluxo sanguíneo. É o exame principal para avaliar varizes: identifica refluxo, mede as safenas, localiza perfurantes e detecta trombose. Também é chamado de duplex scan ou mapeamento venoso.
- Eczema venoso
- Inflamação da pele da perna com coceira, vermelhidão, descamação e, às vezes, secreção, relacionada à hipertensão venosa. Também é chamado de dermatite de estase. Pode ser confundido com alergia e costuma piorar com cremes irritantes.
- Edema
- Inchaço causado pelo acúmulo de líquido nos tecidos. Na doença venosa, costuma aparecer no fim do dia, perto do tornozelo, e melhorar com repouso e pernas elevadas. Tem muitas outras causas, como problemas cardíacos, renais, linfáticos e efeito de medicamentos.
- EHIT
- Sigla em inglês para trombose induzida por calor endovenoso. É a extensão do coágulo formado na safena tratada por laser ou radiofrequência até a veia profunda, junto à junção. É classificada por graus e costuma ser detectada no eco-Doppler de controle.
- Embolia pulmonar
- Obstrução de artérias do pulmão por um coágulo que se desprendeu, geralmente de uma trombose venosa profunda nas pernas. Causa falta de ar súbita, dor no peito e tosse, e é uma emergência médica.
- Erisipela
- Infecção bacteriana da pele e dos vasos linfáticos superficiais, com vermelhidão intensa e bem delimitada, calor, dor e febre. Inchaço crônico, feridas e micose entre os dedos facilitam a entrada da bactéria. Episódios repetidos podem lesar os linfáticos e levar a linfedema.
- Esclerosante
- Substância injetada numa veia para lesar seu revestimento interno e provocar o fechamento do vaso. Os mais usados são os detergentes, como o polidocanol, e as soluções osmóticas, como a glicose hipertônica.
- Escleroterapia
- Tratamento de vasinhos, veias reticulares e varizes pela injeção de substância esclerosante. Na forma líquida, é indicada para vasos finos; transformada em espuma, alcança veias maiores. Também é conhecida como aplicação ou secagem de vasinhos.
- Escleroterapia com espuma
- Técnica em que o esclerosante detergente é misturado a ar ou gás para formar uma espuma, que desloca o sangue e fica mais tempo em contato com a parede da veia. Permite tratar varizes maiores e costuma ser guiada por ultrassom.
- Estase venosa
- Lentidão do fluxo de sangue nas veias, que ocorre na imobilidade, em varizes volumosas e em compressões venosas. Favorece o inchaço e é um dos fatores que predispõem à formação de coágulos.
F
- Flebectomia
- Retirada de varizes superficiais por pequenas incisões ou punções na pele, com instrumentos delicados e anestesia local. Também é chamada de microcirurgia de varizes. Costuma dispensar pontos e deixar marcas mínimas.
- Flebite
- Inflamação de uma veia. Na perna, geralmente está associada a um coágulo em veia superficial, quadro chamado tromboflebite, que aparece como cordão endurecido, avermelhado e dolorido. Também pode surgir no local de um cateter ou de uma injeção.
- Flebografia
- Exame em que um contraste é injetado nas veias para visualizá-las por raio X. Hoje é pouco usado para varizes das pernas e fica reservado a situações específicas, como a investigação e o tratamento de obstruções nas veias da pelve.
- Flebologia
- Área da medicina dedicada ao estudo, ao diagnóstico e ao tratamento das doenças das veias. No Brasil, é exercida principalmente por angiologistas e cirurgiões vasculares.
- Flebotônico
- Medicamento que atua sobre o tônus das veias e a permeabilidade dos capilares, como flavonoides, rutosídeos e extrato de castanha-da-índia. Pode aliviar sintomas e reduzir discretamente o inchaço, mas não elimina varizes. Também é chamado de venoativo.
G
- Glicose hipertônica
- Solução concentrada de glicose usada como esclerosante osmótico no tratamento de vasinhos. Retira água das células da parede do vaso e provoca seu fechamento. É muito empregada no Brasil, isoladamente ou combinada ao laser transdérmico.
H
- Hiperpigmentação pós-escleroterapia
- Manchas acastanhadas que surgem ao longo de vasos tratados por escleroterapia ou laser, pelo depósito de pigmento do sangue na pele. Na maioria das pessoas, clareiam em meses. Sol e pele bronzeada aumentam o risco.
I
- Índice tornozelo-braquial
- Relação entre a pressão arterial medida no tornozelo e a medida no braço. Valores baixos sugerem doença arterial periférica. É usado para avaliar a circulação arterial antes da indicação de compressão forte.
- Insuficiência venosa crônica
- Forma avançada da doença venosa crônica, em que a hipertensão nas veias causa inchaço, alterações da pele, como manchas e endurecimento, e às vezes úlceras. Pode resultar de varizes, de sequela de trombose ou de obstruções venosas.
J
- Junção safeno-femoral
- Ponto na virilha onde a veia safena magna desemboca na veia femoral, que é profunda. O refluxo nessa junção é uma das causas mais comuns de varizes na coxa e na perna.
- Junção safeno-poplítea
- Ponto atrás do joelho onde a veia safena parva costuma desembocar na veia poplítea, que é profunda. A posição dessa junção varia bastante entre as pessoas e é mapeada pelo eco-Doppler antes do tratamento.
L
- Laser endovenoso
- Técnica de ablação térmica em que uma fibra de laser, introduzida na veia por punção e guiada por ultrassom, aquece e fecha a safena ou outra veia doente. É feita com anestesia local ao redor da veia e permite caminhar no mesmo dia.
- Laser transdérmico
- Laser aplicado sobre a pele para tratar vasinhos e pequenas veias reticulares, sem agulha. A luz é absorvida pelo sangue dentro do vaso, que aquece e se fecha. Nas pernas, o comprimento de onda mais usado é o de 1064 nanômetros.
- Linfedema
- Inchaço crônico causado por falha do sistema linfático, que deixa de drenar o líquido dos tecidos. Pode ser congênito ou adquirido, após cirurgias, radioterapia ou infecções. Costuma atingir também o pé e endurecer a pele com o tempo.
- Lipedema
- Doença crônica caracterizada por acúmulo desproporcional de gordura, geralmente simétrico, nas pernas e às vezes nos braços, que poupa mãos e pés. Causa dor ao toque, sensação de peso e hematomas fáceis, e atinge quase exclusivamente mulheres.
- Lipodermatoesclerose
- Endurecimento e retração da pele e da gordura na parte inferior da perna, causados pela inflamação crônica da hipertensão venosa. Na fase aguda é dolorosa e avermelhada; na crônica, pode dar à perna o formato de garrafa invertida.
M
- Matting telangiectásico
- Aparecimento de uma rede de vasinhos muito finos e avermelhados ao redor de uma área tratada por escleroterapia, laser ou cirurgia. Muitas vezes regride sozinho em meses; quando persiste, pode exigir tratamento complementar.
- Meia de compressão graduada
- Meia elástica medicinal com pressão maior no tornozelo, que diminui em direção à coxa. Reduz inchaço e sintomas venosos. A força é expressa em milímetros de mercúrio e deve ser escolhida conforme a indicação médica e as medidas da perna.
N
- Neovascularização
- Formação de novos vasos sanguíneos. Após cirurgia de varizes, pode surgir na região da junção tratada, especialmente na virilha, e é uma das causas de recidiva de varizes.
P
- Pletismografia
- Exame que mede variações de volume da perna em diferentes posições e movimentos para avaliar a função venosa global, como o refluxo e a eficiência da bomba da panturrilha. Complementa o eco-Doppler em casos selecionados.
- Polidocanol
- Esclerosante do tipo detergente, usado na escleroterapia líquida de vasinhos e veias reticulares e, na forma de espuma, em varizes maiores. A concentração é escolhida conforme o calibre do vaso tratado.
- Pressão venosa ambulatorial
- Pressão nas veias do pé medida durante a caminhada. Em pessoas saudáveis, cai de forma acentuada com o movimento, graças às válvulas e à bomba da panturrilha. Quando permanece alta, caracteriza a hipertensão venosa responsável pelos sintomas e pelas lesões de pele.
R
- Radiofrequência endovenosa
- Técnica de ablação térmica que usa um cateter introduzido na veia para aquecer a parede com energia de radiofrequência e fechá-la. Tem indicações semelhantes às do laser endovenoso, com anestesia local e recuperação rápida.
- Recidiva de varizes
- Reaparecimento de varizes após tratamento. Pode resultar da progressão da doença em outras veias, da reabertura de um segmento tratado, de neovascularização ou de tratamento incompleto. É avaliada com eco-Doppler para definir a causa antes de novo procedimento.
- Refluxo venoso
- Fluxo de sangue na direção errada, das coxas para os pés, que ocorre quando as válvulas das veias não fecham. No eco-Doppler, é considerado anormal quando dura mais que o tempo de referência para aquele tipo de veia, em geral meio segundo nas veias superficiais.
S
- Safena acessória anterior
- Veia superficial da coxa que corre paralela e à frente da safena magna e desemboca perto da virilha. Pode desenvolver refluxo próprio e é causa frequente de varizes na face lateral da coxa e de recidiva após tratamento.
- Safena magna
- A veia mais longa do corpo. Começa na frente do tornozelo, sobe pela face interna da perna e da coxa e desemboca na veia femoral, na virilha. É a veia mais frequentemente envolvida nas varizes.
- Safena parva
- Veia superficial que começa atrás do tornozelo, pelo lado externo, sobe pela parte de trás da panturrilha e geralmente desemboca na veia poplítea, atrás do joelho. Refluxo nela causa varizes na panturrilha.
- Síndrome da congestão pélvica
- Quadro de dor pélvica crônica causado por veias dilatadas e com refluxo na pelve, principalmente as ovarianas. A dor piora em pé e após relações sexuais, e podem surgir varizes na vulva e na coxa. Hoje também se usa o termo doença venosa pélvica.
- Síndrome de May-Thurner
- Compressão da veia ilíaca comum esquerda pela artéria ilíaca comum direita, que passa sobre ela na pelve. Pode causar inchaço crônico da perna esquerda e aumentar o risco de trombose desse lado. Também é chamada de síndrome de Cockett.
- Síndrome pós-trombótica
- Conjunto de sintomas que surgem meses ou anos após uma trombose venosa profunda, pela lesão das válvulas ou por obstrução residual das veias: inchaço, dor, peso, manchas, endurecimento da pele e, em casos graves, úlceras.
- Sistema venoso profundo
- Rede de veias localizada entre os músculos, que acompanha as artérias e conduz a maior parte do sangue das pernas de volta ao coração. Inclui as veias tibiais, a poplítea, a femoral e as ilíacas.
- Sistema venoso superficial
- Rede de veias situada sob a pele, acima da camada muscular, que inclui as safenas e seus ramos. É onde se formam as varizes. Liga-se ao sistema profundo pelas junções e pelas veias perfurantes.
T
- Telangiectasia
- Nome técnico dos vasinhos: vasos muito finos, com até cerca de 1 milímetro, vermelhos ou arroxeados, visíveis na pele. Nas pernas, correspondem à classe C1 da classificação CEAP e costumam ser tratados com escleroterapia ou laser transdérmico.
- Trombofilia
- Tendência aumentada à formação de coágulos, herdada ou adquirida. Exemplos são a mutação do fator V de Leiden e a síndrome antifosfolípide. Influencia decisões sobre prevenção de trombose em cirurgias, na gestação e no uso de hormônios.
- Tromboflebite
- Formação de coágulo com inflamação em uma veia superficial, geralmente varicosa. Aparece como cordão endurecido, vermelho, quente e dolorido. Exige avaliação com eco-Doppler, porque o coágulo pode estar próximo do sistema profundo ou se estender até ele.
- Trombose venosa profunda
- Formação de coágulo dentro de uma veia profunda, geralmente na perna. Causa inchaço, dor e calor, mas pode ser silenciosa. O principal risco imediato é a embolia pulmonar e, a longo prazo, a síndrome pós-trombótica. O tratamento é feito com anticoagulantes.
U
- Úlcera venosa
- Ferida crônica, geralmente perto do tornozelo, causada pela hipertensão venosa mantida. É a forma mais avançada da doença venosa, classe C6 da CEAP quando aberta. O tratamento combina compressão, cuidado da ferida e correção do refluxo quando possível.
V
- Válvula venosa
- Pequena dobra em forma de bolsa na parede interna das veias, que se abre para deixar o sangue subir e se fecha para impedir que ele volte. Quando as válvulas deixam de fechar, surge o refluxo que origina as varizes.
- Varizes
- Veias superficiais dilatadas, com 3 milímetros ou mais de diâmetro medido em pé, geralmente tortuosas e salientes, que perderam a capacidade de conduzir o sangue de volta ao coração com eficiência. Correspondem à classe C2 da classificação CEAP.
- Veia nutridora
- Veia reticular ou pequena variz que abastece um grupo de vasinhos. Tratá-la junto com os vasinhos reduz a chance de eles reaparecerem. Aparelhos de luz infravermelha ajudam a localizá-la quando não é visível a olho nu.
- Veia perfurante
- Veia que atravessa a camada muscular e liga o sistema venoso superficial ao profundo. Normalmente conduz o sangue de fora para dentro; quando suas válvulas falham, pode contribuir para varizes e úlceras perto do tornozelo.
- Veia reticular
- Veia azulada ou esverdeada logo abaixo da pele, com cerca de 1 a 3 milímetros de calibre e sem relevo importante. Muitas vezes alimenta vasinhos próximos e também pertence à classe C1 da classificação CEAP.
Referências
Continue lendo
Eco-Doppler venoso
O que o eco-Doppler venoso mostra, por que é feito em pé, quanto tempo leva, como se preparar e por que nenhum tratamento de varizes deveria começar sem ele.
Classificação CEAP
Entenda a classificação CEAP, revista em 2020, que o cirurgião vascular usa para descrever a doença venosa: das veias sem sinais (C0) à úlcera ativa (C6).
Perguntas frequentes sobre varizes
Respostas diretas às dúvidas mais comuns sobre varizes e vasinhos: causas, exames, tratamentos, recuperação, meias, remédios, gravidez e quando procurar ajuda.
Varizes
Varizes são veias dilatadas que deixaram de levar o sangue de volta ao coração. Entenda causas, sintomas, riscos e os tratamentos usados hoje.
Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação individual. Diagnóstico e indicação de tratamento dependem de consulta e, na doença venosa, quase sempre de eco-Doppler.
