A polêmica com Paola Carosella: Existe obeso metabolicamente saudável?

Já não bastassem os tempos difíceis gerados pela crise sanitária mundial em função da pandemia de COVID-19, enfrentamos outro difícil embate no atual momento na vida das pessoas, o “vírus” da intolerância de opiniões divergentes. Com o surgimento das redes sociais, as pessoas atual …

Já não bastassem os tempos difíceis gerados pela crise sanitária mundial em função da pandemia de COVID-19, enfrentamos outro difícil embate no atual momento na vida das pessoas, o “vírus” da intolerância de opiniões divergentes. Com o surgimento das redes sociais, as pessoas atualmente se agregam em “bolhas”, pequenos microcosmos que agregam tribos comuns, onde segundo um velho ditado popular “um gambá cheira o outro”.

aterosclerose: As pessoas passaram a reforçar ainda …

As pessoas passaram a reforçar ainda mais seus pontos de vista, sendo que nessas bolhas não existe espaço para ventilação de novos ares que ajudariam a refrescar outros pontos de vistas – novos olhares e reflexões para além daquelas “certezas absolutas” presentes no pensamento majoritário de uma determinada tribo. Passa a ser uma heresia pensar diferente. Nessas bolhas os agrupamentos nas redes sociais se fortalecem para atacar com frequência quem expõe um pensamento diferente.

Isso acaba gerando uma situação em que “ninguém tem razão e todos tem razão”.

aterosclerose:   Poucos dias atrás, um exemplo …

  Poucos dias atrás, um exemplo típico desse cenário ocorreu com a renomada e admirada chef de cozinha Paola Carosella, que participa como jurada de um reality show sobre culinária na TV aberta grande de grande sucesso de audiência. Paola é bastante ativa nas redes sociais e expressou preocupação com maus hábitos alimentares impactando no risco de obesidade e suas consequências nocivas à saúde. A notícia que gerou toda a polêmica era a de que uma grande cadeia internacional de “fast food” iria produzir nuggets feitos em impressora 3D.

aterosclerose: Paola então debatia com um internauta …

Paola então debatia com um internauta que, diferentemente dela, acreditava que o modelo de produção da alimentação industrializada seria melhor para o meio ambiente do que o modelo que temos hoje, mas Paola discordou e emitiu a seguinte mensagem, “Olha que linda sua comida do futuro! Parabéns aos envolvidos. Continuemos assim, que o futuro vai ter gosto de papelão molhado em cloroquina radioactiva!”. As divergências pioraram ainda mais quando ela retrucou comentando: “Já tentou agroecologia? Comida de verdade? Feita por pessoas? Agricultura local? Comida que respeita a cultura? Comida que respeita biomas? Que respeita pessoas? Que não produz miséria? Aquela saudável, que não nos deixa obesos, hipertensos”. Mas a maneira como ela fez isso causou repúdio por parcela de internautas e foi o suficiente para gerar uma divisão de opiniões dos seus seguidores.

aterosclerose: Bastou mencionar a palavra obeso na …

Bastou mencionar a palavra obeso na última mensagem para que ela passasse a sofrer diversos “ataques” e chegou a ser acusada por alguns de “gordofóbica”. Na discussão virtual, uma usuária comentou que Carosella deveria ter “cuidado redobrado para não reforçar estereótipos, como o de que pessoas gordas existem em tais corpos porque não comem comida saudável”. A chefe rebateu: “eu falei obesos, não gordos. Você acompanha os índices de obesidade das crianças no Brasil? A ONU a define com a nova fome, crianças obesas, diabéticas e subnutridas, intoxicadas com comida de [email protected]#$! Vamos gente! Não estou falando de padrões de beleza aqui!”, escreveu.

aterosclerose: Foi o suficiente para que muitos …

Foi o suficiente para que muitos “cancelassem” Paola (termo hoje comum nas redes sociais para boicotar alguém que manifestou algum ponto de vista que um grupo entendeu ser sensível ao seu ponto de vista) pelo uso da palavra “obesos” em sua manifestação. Segundo alguns internautas, a forma como ela fez referência à obesidade ligava esta condição a pessoas doentes. Ela chegou a se retratar mencionando: “Eu deveria ter usado a palavra doentes no lugar de obesos. Aquela que nos deixa doentes.

aterosclerose: Isso foi o que muita gente …

Isso foi o que muita gente quis me dizer e eu não entendi. Me desculpem”, afirmou. Ainda assim, a maioria dos internautas defendeu a chef indagando “Gente, obesidade não é doença?”.  Já outra seguidora concordou com a reparação feita por Paola e argumentou “Acho que o problema é a relação causa/efeito, entre consumir industrializados e ser obeso. Há pessoas magras que se alimentam muito mal (meu pai era um exemplo, amava embutidos e sal). A correção que a Paola fez pra doentes é melhor”.

aterosclerose: Leia também: A gordura na alimentação …

Leia também: A gordura na alimentação e a mudança nos paradigmas Vou tentar então abordar esse tema que também é polêmico na endocrinologia e espero não causar melindres mas é um assunto discutido academicamente. Não estou emitindo juízo de valor. Estou apenas expondo aspectos que têm sido também discutidos do ponto de vista científico em que os pesquisadores tentam responder a duas perguntas antagônicas e que se relacionam com o motivo do imbróglio virtual citado acima. A primeira questão seria se “obesidade é doença?” e a outra questão é se existiria “obeso metabolicamente saudável?”  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesid ade é definida como “acúmulo anormal ou excessivo de gordura que apresenta risco à saúde”. Em contraste com a visão de que a obesidade representa apenas um fator de risco para doenças, a Federação Mundial da Obesidade declarou a própria obesidade como uma doença progressiva crônica e recidivante. Isso foi justificado por uma abordagem de modelo epidemiológico que considera a fisiopatologia da obesidade uma interação de fatores ambientais (disponibilidade e acessibilidade de alimentos ricos em energia, baixos requisitos de atividade física), com suscetibilidade genética, resultando em um balanço energético positivo e maior peso corporal. Os fortes mecanismos que promovem o ganho de peso e defendem o maior peso corporal adquirido, mesmo contra intervenções direcionadas à perda de peso, argumentam ainda mais que a obesidade é mais uma doença do que simplesmente uma opção individual por escolhas de hábitos equivocados.

aterosclerose: No entanto, no contexto de obesidade, …

No entanto, no contexto de obesidade, tem sido surpreendentemente difícil definir o que é uma doença. Se uma doença fosse simplesmente o oposto da saúde, o conceito de “obesidade saudável” seria uma contradição e improvável de existir. O termo “obesidade saudável” é uma ilustração da noção de que a saúde depende do contexto e se as pessoas se consideram doentes depende de vários fatores. Além disso, a definição de uma doença pode mudar ao longo do tempo como resultado das expectativas de saúde, devido à melhoria das ferramentas de diagnóstico e por outras razões sociais e econômicas.

aterosclerose: Nesse contexto, a definição de obesidade …

Nesse contexto, a definição de obesidade como doença tem forte impacto tanto no indivíduo (estigmatização, auto-estima) quanto na sociedade (atenção de profissionais da saúde ou políticos na gestão da saúde pública. Isso, por sua vez, afeta as decisões, como os recursos de saúde limitados são alocados e como posicionar a obesidade no contexto de investimentos para o tratamento de doenças relacionadas à obesidade. Desde a década de 1970, a prevalência global de obesidade quase triplicou em adultos e aumentou ainda mais drasticamente em crianças e adolescentes. A obesidade contribui para uma expectativa de vida reduzida de até 20 anos, devido ao aumento da mortalidade por doenças não transmissíveis, incluindo doenças cardiovasculares ateroscleróticas, diabetes tipo 2 e certos tipos de câncer. Além das conseqüências da obesidade no nível individual, a “pandemia” da obesidade pode criar um enorme ônus para a saúde da sociedade. Uma abordagem pragmática para reduzir os custos médicos e socioeconômicos associados ao tratamento da obesidade poderia ser a priorização dos pacientes que serão os mais beneficiados pelas intervenções para perda de peso. Esse tratamento da obesidade estratificado por risco exigiria melhores ferramentas para medir o risco de morbidade e mortalidade relacionado à obesidade.

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Em muitas diretrizes atuais de tratamento da obesidade, o diagnóstico da obesidade e as decisões de tratamento são baseadas em um índice de massa corporal (IMC) ≥30 kg/m2 apesar da incapacidade do IMC em prever com precisão o risco cardiometabólico ou definir a distribuição do acúmulo principal da gordura total e da gordura visceral abdominal. Em qualquer IMC, a variação de comorbidades e fatores de risco à saúde é notavelmente alta. Dados observacionais de estudos independentes mostram que um subgrupo de indivíduos com obesidade pode estar protegido contra doenças cardiometabólicas relacionadas à obesidade ou estar em risco significativamente menor do que o estimado pela associação positiva entre IMC e risco cardiometabólico. Esse subtipo de obeso tem sido descrito como “obeso metabolicamente saudável” e é caracterizado pela ausência de anormalidades cardiometa bólicas, incluindo resistência à insulina, diminuição da tolerância à glicose, dislipidemia e hipertensão apesar do acúmulo excessivo de gordura corporal.

aterosclerose: O conceito de obesidade metabolicamente saudável …

O conceito de obesidade metabolicamente saudável desenvolveu-se a partir das observações de Jean Vague na década de 1950 de que indivíduos com obesidade têm uma predisposição diferente para diabetes e aterosclerose, o que pode estar relacionado à distribuição de gordura corporal. Desde então, esse subtipo de “obeso saudável” tem sido descrito em observações clínicas e estudos epidemiológicos, de coorte prospectivo e de intervenção. Agora está bem estabelecido que existem pessoas com obesidade que não apresentam complicações metabólicas e cardiovasculares em um dado momento. É importante ressaltar que não há definição unificada existindo uma grande variação entre os pesquisadores em relação aos critérios de classificação.

aterosclerose: Apesar de um consenso geral de …

Apesar de um consenso geral de que um IMC ≥30 kg/m2 é um pré-requisito para a definição de obeso metabolicamente saudável, porém mais de 30 definições diferentes de saúde metabólica são usadas em estudos clínicos. A “obesidade saudável” tem sido frequentemente definida pela ausência de qualquer distúrbio metabólico e doença cardiovascular, incluindo diabetes tipo 2, dislipidemia, hipertensão e doença cardiovascular aterosclerótica em uma pessoa com obesidade. Entretanto, existe uma grande variação entre os pesquisadores em relação aos critérios de classificação  É importante ressaltar que o conceito de obesidade metabolicamente saudável só pode ser aplicado a indivíduos que cumprem os critérios cardiometabólicos descritos e não deve ser mal interpretado como um subgrupo de pessoas com obesidade sem nenhum comprometimento da saúde. Além de doenças metabólicas (por exemplo, diabetes tipo 2, dislipidemia, doença hepática gordurosa) e doenças cardiovasculares (por exemplo, hipertensão, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral), a obesidade está associada a osteoartrite, dor nas costas, asma, depressão e algumas tipos de câncer (por exemplo, mama, ovário, próstata, fígado, rim, cólon) e todos os quais podem ter um impacto na qualidade de vida reduzida, desemprego, menor produtividade e desvantagens sociais. Portanto, o diagnóstico de “obesidade” deve continuar sendo uma indicação para iniciar algum tratamento mesmo naqueles indivíduos sem anormalidades cardiometabólicas no momento do diagnóstico.

aterosclerose: A obesidade tem sido considerada uma …

A obesidade tem sido considerada uma doença crônica recidivante e progressiva, uma definição que provavelmente também é aplicável ao obeso saudável. De fato, indivíduos em programas de tratamento da obesidade a longo prazo podem sofrer ciclos de perda de peso e recuperação de peso acompanhados pela mudança do subtipo obeso não saudável para obeso saudável e de volta para não saudável. Na verdade o indivíduo obeso metabolicamente saudável poderia ser considerado em uma primeira impressão como sendo uma “condição benigna”, porque vários estudos demonstraram consistentemente que estaria associado a uma incidência significativamente menor de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

aterosclerose: No entanto, essa visão de que …

No entanto, essa visão de que obeso saudável seria um subtipo benigno da obesidade tem sido contestada por dados de grandes estudos epidemiológicos e metanálises que demonstram que esses indivíduos apresentariam na verdade um maior risco de DCV, doença cerebrovascular, insuficiência cardíaca, eventos cardiovasculares, diabetes tipo 2 e mortalidade por todas as causa quando comparados com indivíduos magros metabolicamente saudáveis. Apesar de haver dados indicando que as pessoas com obesidade metabolicamente saudável poderiam desenvolver complicações cardiometabólicas da obesidade mas com um período de tempo mais longo quando comparados com o obeso metabolicamente não saudável. Em conjunto a soma das evidências dos estudos tem mostrado que as evidências acumuladas nas últimas décadas apoiam a noção de que a obesidade tem consequências nocivas a longo prazo na saúde cardiometabólica, mesmo naqueles indivíduos classificados como obesos metabolicamente saudáveis. Embora o subtipo de obeso saudável esteja associado a um risco substancialmente mais baixo comparado ao subtipo não saudável, ele não protege contra doenças cardiometabólicas e, portanto, não deve ser tratado como uma condição benigna.

aterosclerose:   O tratamento da obesidade é …

  O tratamento da obesidade é desafiador e as estratégias de tratamento conservadoras visando mudanças de comportamento têm tido muito pouco sucesso a longo prazo e o efeito de perda de peso do comportamento atual e de intervenções farmacológicas tem sido modestas de apenas obtenção de perdas menores que 10% do peso corporal . Em segundo lugar, é difícil conseguir a manutenção do peso após a perda de peso. Finalmente, o tratamento mais eficaz, a cirurgia da obesidade, frequentemente não está disponível com tanta facilidade para a maioria dos obesos e certamente não é uma solução para um problema de saúde com a magnitude da pandemia da obesidade. É importante ressaltar que o tratamento da obesidade não precisa necessariamente se concentrar na perda de peso, e melhorar a saúde com uma importante melhora de hábitos de vida pode ser uma meta de tratamento melhor do que medir pela extensão da perda de peso atingida. No momento, não há ensaios clínicos randomizados para tratamento da obesidade comparando resultados cardiometabólicos entre indivíduos com obesidade metabolicamente saudável ou não saudável, o que ajudaria nas estratégias de tratamento dependendo do status da obesidade de determinado indivíduo. Até que esses dados estejam disponíveis, o tratamento precoce da obesidade também deve ser recomendado para indivíduos com a obesidade do subtipo saudável, com o objetivo principal de preservar a saúde cardiometabólica e impedir que o curso natural da obesidade saudável acabe se convertendo em não saudável a medida que a pessoa vai envelhecendo.

aterosclerose:    A obesidade metabolicamente saudável é …

   A obesidade metabolicamente saudável é um conceito derivado de observações clínicas de que um subgrupo de até um terço das pessoas com obesidade não apresenta anormalidades cardiometabólicas evidentes. Recentemente, foram propostas definições padronizadas relevantes para pesquisas clínicas sobre as diferenças na morbimortalidade relacionada à obesidade entre obeso metabolicamente saudável e o não saudável. O risco de desenvolver doenças cardiometabólicas é menor em pessoas com o subtipo saudável em comparação com o subtipo não saudável.

aterosclerose: Se a obesidade metabolicamente saudável tem …

Se a obesidade metabolicamente saudável tem implicações adicionais para o tratamento clínico da obesidade permanece incerto, as decisões de tratamento individual devem considerar anormalidades metabólicas e cardiovasculares para reduzir o risco de mortalidade prematura, DCV, diabetes tipo 2 e câncer em todos os pacientes com obesidade.  Voltando à polemica da internet, é aquela história que citei antes, onde todo mundo tem razão ninguém tem razão. Então poderíamos citar e adaptar também outro velho e surrado ditado popular “Em casa onde falta o pão (e sensatez), todos brigam e ninguém tem razão”.


Novo estudo revela que misteriosa “múmia que grita” pode ter morrido de ataque cardíaco

Um mistério que intriga egiptólogos há anos ganhou mais um capítulo hoje, com nova pesquisa em que cientistas descobriram que a “múmia que grita”, curioso nome dado em referência ao posicionamento de sua mandíbula quando encontrada em 1881, foi acometida por aterosclerose generalizada, co …

Um mistério que intriga egiptólogos há anos ganhou mais um capítulo hoje, com nova pesquisa em que cientistas descobriram que a “múmia que grita”, curioso nome dado em referência ao posicionamento de sua mandíbula quando encontrada em 1881, foi acometida por aterosclerose generalizada, condição em que placas de gordura se acumulam na corrente sanguínea, impedindo a circulação do sangue. Segurança 06 Jul Tech 03 Jul A múmia Meritamun, nome presente em seus invólucros, foi localizada em Deir el-Bahari, no lado ocidental do rio Nilo, e pode ser uma das princesas das dinastias que governaram o Egito.

aterosclerose: Junto à ela, estava outra “múmia …

Junto à ela, estava outra “múmia que grita”, Pentawere, filho de Ramsés III, morto em decorrência de suicídio devido acusações de conspiração. Diante disso, a condição do príncipe pode ser explicada pelo processo de mumificação sem cuidado, com pele de carneiro ao invés de linho, incapaz de manter a boca no lugar. A condição de Meritamun, no entanto, permaneceu um mistério, considerando que seu processo de mumificação foi realizado corretamente.

Com a descoberta da aterosclerose generalizada por meio de uma tomografia computadorizada, e a possível morte por ataque cardíaco ou mesmo por um derrame, especulações surgiram acerca de que a boca estivesse aberta durante a morte. Isso, porém, foi descartado diante dos processos decorrentes após a morte.

aterosclerose: Ainda que o corpo endureça, o …

Ainda que o corpo endureça, o que poderia ter mantido a mandíbula aberta, os músculos começam a relaxar em poucos dias, impossibilitando a teoria. Além disso, múmias “gritando” não são incomuns, sendo decorrentes da combinação do relaxamento da mandíbula e do afrouxamento das faixas de mumificação. Ainda assim, os pesquisadores também descreditaram o afrouxamento das bandagens, após análise do restante da mumificação. De acordo com Andrew Nelson, da Universidade de Western Ontario, o mais provável é que um espasmo cadavérico seja o responsável, ainda que incomum.

aterosclerose: De toda forma, mais descobertas devem …

De toda forma, mais descobertas devem ser publicadas em uma futura edição da revista científica Egyptian Journal of Radiology and Nuclear Medicine. Vale lembrar que este não é o único mistério que a Ciência tem feito avanços. Pesquisadores descobriram recentemente que, em seus primórdios, a Lua foi coberta por magma por 200 milhões de anos, ao invés dos 20 milhões em que se acreditava anteriormente. A descoberta deve fazer com que toda a formação do Sistema Solar seja repensado.


Nível de colesterol cresceu em países com população de baixa renda

Os níveis do colesterol estão aumentando nos países não desenvolvidos ou em desenvolvimento, enquanto por incrível que possa parecer, esses níveis de colesterol diminuíram nos mais ricos, segundo estudo recente publicado na revista Nature pelo Dr.

aterosclerose: Majid Ezzati …

Os níveis do colesterol estão aumentando nos países não desenvolvidos ou em desenvolvimento, enquanto por incrível que possa parecer, esses níveis de colesterol diminuíram nos mais ricos, segundo estudo recente publicado na revista Nature pelo Dr.

aterosclerose: Majid Ezzati, professor e presidente de …

Majid Ezzati, professor e presidente de Saúde Ambiental do Imperial College London, no Reino Unido. Foi analisada a fração não-HDL colesterol, que é a soma de todos os tipos de colesterol considerados ruins: LDL+IDL+VLDL. Supõe-se que o colesterol não-HDL seja um marcador mais sensível de risco de aterosclerose do que o LDL (o ruim) isoladamente. Sendo que valores ótimos do colesterol não-HDL devem estar em marcadores menores que 130 mg/dL.

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aterosclerose: Reduzir o consumo de alimentos industrializados …

Reduzir o consumo de alimentos industrializados e aumentar a prática de atividades físicas são fundamentais para a redução do colesterol e de outros fatores, como obesidade — Foto: iStock Getty Images Reduzir o consumo de alimentos industrializados e aumentar a prática de atividades físicas são fundamentais para a redução do colesterol e de outros fatores, como obesidade — Foto: iStock Getty Images Foram revistas mais de 1.000 pesquisas científicas que analisaram os níveis de todas as gorduras (lipídios) no sangue em mais de 100 milhões de adultos de todo o mundo.

aterosclerose: Os surpreendentes resultados mostram que entre …

Os surpreendentes resultados mostram que entre 1980 e 2018, a prevalência de não-HDL do colesterol caiu em países desenvolvidos, enquanto aumentou nas nações de baixa e média renda. “Esse fato deveu-se mudanças na dieta – especialmente o equilíbrio entre gorduras saturadas / gorduras trans e gorduras não saturadas além de como e quanto do tratamento com medicação é usado”, disse Ezzati. Os níveis elevados de colesterol diminuíram nos países mais ricos, especialmente no noroeste da Europa e na Europa Central e Oriental, e eles aumentaram em países pobres e de renda média, especialmente no leste e sudeste da Ásia.

aterosclerose: Particularmente impressionante, no entanto, foi uma …

Particularmente impressionante, no entanto, foi uma diminuição líquida da mortalidade por causas cardiovasculares nos países ocidentais durante o mesmo período, de um total de 950.000 caiu para 480.000 anualmente. Nos países de baixa e média renda, e o Brasil está nesse time, as pessoas também sofrem com mais obesidade, diabetes e hipertensão, o que é amplamente atribuído a dietas ricas em alimentos de origem animal, gorduras saturadas e carboidratos refinados”. O grande problema é o estilo de vida muito mais sedentário e menor atividade física, praticamente pela falta de tempo e a vida econômica muito competitiva, obrigando a dedicação quase que exclusiva ao trabalho e a necessidade de alimentação industrializada, contribuindo para um aumento de peso notado em todos os países.

aterosclerose: Nesta pandemia, muitos erros ficaram bem …

Nesta pandemia, muitos erros ficaram bem expostos, a começar pela falta de atividades físicas e esportivas, por desconhecimento do que fazer e como fazer os exercícios físicos suficientes em casa. Entre as questões da quarentena, uma certa depressão pelo confinamento e o ganho de peso inevitável porque ninguém conseguiu gastar calorias habitualmente perdia com a intensidade com que antes fazia seus exercícios. Mesmo com o colesterol controlado nos países mais ricos, as doenças cardiovasculares continuaram sendo um grande problema devido à obesidade crescente. Qual seria e explicação? As pessoas controlam o colesterol com medicamentos (o correto) mas não emagrecem, mantém alimentação muito calórica com carboidratos e açúcar em excesso, fazendo pouca atividade física semanal por conta da dificuldades de se movimentar pelo sobrepeso. Com isso, outros problemas de saúde seguem seu curso.

aterosclerose: O que fazer? Mudar os hábitos …

O que fazer? Mudar os hábitos de vida errados, com a adoção de três medidas objetivas: Diminuir a alimentação industrializada, evitar açúcar e o excesso de gorduras saturadas, gorduras visíveis, frituras; Corrigir o colesterol com medicação; Fazer exercícios na quantidade certa e não “só um pouquinho”: gastar 150 a 300 minutos de exercícios aeróbicos por semana, acrescentar fortalecimento muscular entre duas e três vezes por semana por 20 minutos cada vez. * As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.


O que é doença arterial periférica?

A doença arterial periférica ocorre quando há um estreitamento ou obstrução do fluxo sanguíneo pelas artérias, principalmente ao nível das artérias dos membros inferiores. È uma condição que pode cursar de uma forma assintomática ou então causar os quadros de claudicação nas pe …

A doença arterial periférica ocorre quando há um estreitamento ou obstrução do fluxo sanguíneo pelas artérias, principalmente ao nível das artérias dos membros inferiores. È uma condição que pode cursar de uma forma assintomática ou então causar os quadros de claudicação nas pernas e amputações dos membros nos casos mais graves.

aterosclerose: A doença das artérias está diretamente …

A doença das artérias está diretamente relacionada aos fatores de risco para a aterosclerose, sendo os mais importantes: – diabetes; – hipercolesterolemia ( colesterol elevado); – sedentarismo; – fatores hereditários ( história familiar de doença arterial periférica, infarto ou derrame cerebral); – idade avançada ( acima de 60 anos); – pressão arterial elevada; – altos níveis de homocisteína ( proteína que ajuda na sustentação dos tecidos).

No início, a doença se manifesta de forma assintomática ou silenciosa. A obstrução é pequena ou então compensada pela circulação colateral, que permite que o sangue chegue aos tecidos por vias alternativas de fluxo, por vasos de menor calibre que suprem a deficiência da circulação principal. Com o passar do tempo e com o agravamento das obstruções, o sangue que chega aos tecidos durante um movimento ou atividade física se torna insuficiente e o paciente apresenta dor ao caminhar, quadro conhecido como claudicação intermitente ( do latin “claudicare” ou mancar).

aterosclerose: Quando se chega a esse ponto …

Quando se chega a esse ponto e na persistência dos fatores de risco (por exemplo, um paciente que continua fumando apesar das orientações médicas para parar), o paciente irá apresentar dor nas pernas mesmo sem movimentação, caracterizando o quadro que se chama de dor em repouso. Nessa fase, ocorre também a palidez e o frio nas extremidades, podendo as mesmas também ficarem com coloração azulada, condição chamada de cianose. Ocorre também perda de pêlos nas pernas e crescimento lento das unhas dos pés. Nos casos mais avançados, o paciente irá apresentar feridas nos dedos, pés e pernas que não cicatrizam. Nesse ponto, o risco de evolução para uma amputação já é bastante alto, exigindo já nesse ponto uma intervenção para desobstrução da artéria acometida, por angioplastia (dilatação por cateter balão) ou cirurgia aberta (ponte de safena). Como tenho enfatizado todas as semanas, a prevenção é sempre o melhor remédio e a melhor maneira de se prevenir é levar um estilo de vida saudável: – não fumar;

aterosclerose: – controle do diabetes; – dieta saudável, …

– controle do diabetes; – dieta saudável, com menore níveis de gordura saturada para controlar os níveis de colesterol no sangue; – manter o peso nos níveis adequados. O controle médico periódico com Cardiologista e Angiologista, principalmente naqueles pacientes com fatores de risco ou então já portadores da doença arterial periférica, é de suma importância. Se você tem dúvidas sobre esse assunto ou quer enviar sugestão de tema para a coluna, envie email para [email protected]


Você está subestimando o poder desta vitamina!

Nestes últimos tempos os suplementos de vitamina C estão esgotados nas farmácias. Apesar de negligenciada, muitos estudos estão usando vitamina C intravenosa para tratar o Covid-19, com resultado promissor.

aterosclerose: Infelizmente, nós, macacos, porquinhos-da-índia e morc …

Nestes últimos tempos os suplementos de vitamina C estão esgotados nas farmácias. Apesar de negligenciada, muitos estudos estão usando vitamina C intravenosa para tratar o Covid-19, com resultado promissor.

aterosclerose: Infelizmente, nós, macacos, porquinhos-da-índia e morcegos …

Infelizmente, nós, macacos, porquinhos-da-índia e morcegos somos os únicos animais que não conseguem produzir sua própria vitamina C. Todos os outros a produzem. Um cachorro de médio porte, por exemplo, produz cerca de 20.000 mg por dia. Apesar de termos perdido essa capacidade há cerca de 60 milhões de anos, a compensávamos com uma dieta que incluía a dosagem necessária. Porém, hoje nossas frutas e vegetais ficaram espoliadas nutricionalmente.

O consumo de carne de órgãos, uma ótima fonte de vitamina C, passou a ser raro.

aterosclerose: Mas nossa necessidade continua a mesma, …

Mas nossa necessidade continua a mesma, e cerca de 50% da população está deficiente, em condições subclínicas de escorbuto. Esse é um fator que com certeza influi negativamente nossas defesas imunológicas para combater não só o Covid-19, mas também as doenças comuns no mundo moderno. Benefícios da vitamina C A ingestão diária recomendada pela ANVISA, para adultos, é 45 mg. Já o RDA indica para homens adultos 90 mg / dia e 75 mg para mulheres não lactantes. Mas, para objetivos diferentes, outros estudos sugerem dosagens ainda maiores.

aterosclerose: A suplementação adequada de vitamina C …

A suplementação adequada de vitamina C – entre 1 e 10 g / dia ou mais, dependendo do caso – tem mostrado resultados como: •Estimula o sistema imunológico. •Protege o endotélio vascular. •Desempenha papel importante na produção de neurotransmissores. •Melhora a visão em pessoas com uveíte (inflamação da parte média do olho) e na degeneração macular relacionada à idade. •Previne resfriado comum e viroses. •Alivia reações alérgicas. •Auxilia na recuperação de queimaduras solares e feridas.

aterosclerose: •Mantém gengivas saudáveis. •Ação antienvelhecimento, revertendo …

•Mantém gengivas saudáveis. •Ação antienvelhecimento, revertendo anormalidades relacionadas à idade. Reduz taxa de mortalidade em idosos. •Aumenta a resistência e recuperação de doenças infecciosas e degenerativas. •Reduz o estresse oxidativo. •Promove diminuição significativa dos níveis de chumbo no sangue. •Prolonga a expectativa de vida dos pacientes com câncer. •Pode ajudar na prevenção e no combate contra alguns tipos de câncer. •Promove redução da constrição dos vasos sanguíneos induzidas por endotelina-1, neutralizando-a.

aterosclerose: Isso é frequente em indivíduos com …

Isso é frequente em indivíduos com sobrepeso ou obesos. •Age também retardando a progressão do endurecimento das artérias (aterosclerose), mantendo-as flexíveis, além de evitar danos oxidativos por LDL colesterol. Portanto, já está na hora de você contar com a ajuda da vitamina C. Converse com o seu médico para que ele lhe prescreva esse aliado na dosagem adequada para o seu caso. Supersaúde! – Referências bibliográficas: •Curr Genomics. 2011 Aug. 12(5): 371–378 •Ann NY Acad Sci. 1975 Sep 30 Knowledge of Health. August 15, 2009 •The Journal Of Alternative And Complementary Medicine Vol 14, Number 10, 2008, pp.

aterosclerose: 1291–1298 •Health Vol.2, No.8, 819-823 (2010) …

1291–1298 •Health Vol.2, No.8, 819-823 (2010) •What Is An Optimal Dose of Vitamin C? May 29, 2020 •National Cancer Institute January 24, 2020 •Oregon State University 2020 •Journal of Medicinal Food February and June 2005 •Stephenson Cancer Center 2020 •University of Maryland Medical Center, Vitamin C •Medical News Daily September 6, 2015 •Daily Mail September 7, 2015 •Linus Pauling Institute, Vitamin C •Hypertension. 2011 Sep;58(3):372-9 •FASEB J. 2010 Jan;24(1):158-72. •World’s Healthiest Foods, Vitamin C Dr. Wilson Rondó Jr. CRM RJ 52-0110159-5 Cirurgião Vascular de formação e Nutrólogo Registro nº 058357


Múmia que ‘grita’ pode ter morrido de ataque cardíaco, diz estudo

Em um novo estudo, pesquisadores indicam que uma mulher egípcia mumificada com a boca aberta pode ter morrido de ataque cardíaco. Uma tomografia computadorizada realizada na múmia detectou aterosclerose generalizada, um acúmulo de placas de gordura dentro dos vasos sanguíneos, o que impede …

Em um novo estudo, pesquisadores indicam que uma mulher egípcia mumificada com a boca aberta pode ter morrido de ataque cardíaco. Uma tomografia computadorizada realizada na múmia detectou aterosclerose generalizada, um acúmulo de placas de gordura dentro dos vasos sanguíneos, o que impede a circulação do sangue.

aterosclerose: Com isso, os egiptólogos argumentam que …

Com isso, os egiptólogos argumentam que ela possivelmente morreu de ataque cardíaco, e que só foi encontrada horas depois do ocorrido, em um momento que o corpo estava começando a apresentar o chamado rigor mortis – um enrijecimento dos músculos e articulações que começa uma ou duas horas após a morte e desaparece quando o corpo começa a se decompor. Sua mandíbula deve ter aberto enquanto morria, ficando congelada para sempre.

No entanto, pesquisadores são bastante céticos em relação à história. Principalmente porque a mumificação é um processo longo e a rigidez de um corpo dura apenas alguns dias, geralmente o mesmo tempo em que começa a se decompor. Tomografia computadorizada realizada na múmia detectou aterosclerose generalizada.

aterosclerose: Foto: Zahi Hawass e Sahar Saleem “É …

Foto: Zahi Hawass e Sahar Saleem “É muito mais provável que os invólucros ao redor da mandíbula simplesmente não fossem apertados o suficiente para manter a boca fechada, pois ela tende a abrir se deixada por conta própria”, disse Andrew Wade, antropólogo da Universidade McMaster. Descoberta em 1881, a múmia estava enterrada no Deir el-Bahari, um complexo de tumbas localizado no lado ocidental do rio Nilo. O nome “Meritamun” estava escrito em seus invólucros, mas especialistas não têm certeza de que essa é sua identidade. Havia várias princesas no Egito antigo com esse nome, incluindo a filha do governante da 17ª dinastia de Tebas, Seqenenre Taa II, que governou por volta de 1558 a.

aterosclerose: C., e a filha de Ramesses …

C., e a filha de Ramesses II – conhecido como Ramsés, o Grande – que se tornou faraó em 1.279 a.C. Grito congelado Meritamun é uma de duas múmias encontradas em Deir el-Bahari com uma espécie de grito congelado. A segunda, identificada como Pentawere, era o filho de Ramsés III, que foi forçado a se suicidar depois que supostamente participou de uma conspiração para cortar a garganta do faraó. Como ele morreu como um suposto traidor, sua condição ainda pode ser explicada. Além de ser mumificado com pele de carneiro ao invés de linho, seus órgãos não foram removidos.

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Aparentemente, esse processo feito “de qualquer jeito” fez com que a boca não ficasse firme no lugar.  Mistério de Meritamun Para tentar resolver o mistério da “múmia que grita”, o egiptólogo Zahi Hawass, ex-ministro egípcio de Antiguidades, e Dr. Sahar Saleem, radiologista da Universidade do Cairo, decidiram usar a tomografia computadorizada para montar uma imagem 3D virtual da múmia. As varreduras feitas revelaram que Meritamun estava bem mumificada. Ao contrário de Pentawere, ela teve seus órgãos removidos, embora seu coração, traqueia e pulmões ainda estivessem presentes.

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Sua cavidade abdominal estava cheia de linho e resina. O cérebro também não foi retirado. Na morte, ele murcha na parte traseira direita do crânio, fazendo com que a cabeça da múmia se incline. A tomografia computadorizada não revelou conclusivamente os laços familiares de Meritamun. Uma pista possível para sua identidade é que seu cérebro não foi removido. A remoção do cérebro era mais comum nas múmias da 19ª dinastia do que nas múmias da 17ª dinastia. Por esse motivo, é plausível que Meritamun fosse filha de Seqenenre Taa II, não Ramsés, o Grande. Com base em seus ossos e dentes, os especialistas estimam que a mulher morreu por volta dos 50 anos e possuía pouco menos de um metro e meio de altura.

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Em análises mais profundas, os dentes estavam cheios de cáries e alguns molares estavam podres. A maior pista de saúde, no entanto, é a aterosclerose detectada. Apesar da ideia de morte por ataque cardíaco, isso não passa de um palpite – além de ataque do coração, a condição pode resultar em um derrame ou bloqueio de um vaso sanguíneo do cérebro. Descobertas adicionais devem ser publicadas em uma edição futura da publicação Egyptian Journal of Radiology and Nuclear Medicine. Acontecimento comum Múmias “gritando” não são incomuns. Essas expressões geralmente são resultado do relaxamento dos ligamentos da mandíbula.

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Apesar de os invólucros ao redor mantenham a boca fechada, eles podem se soltar com o tempo. No entanto, devido ao estado do restante da mumificação de Meritamun, especialistas são céticos em relação ao suposto afrouxamento dos invólucros da mandíbula. “Algum tipo de combinação de rigor e espasmo cadavérico – embora incomum – é uma hipótese razoável”, disse Andrew Nelson, um professor de bioarqueologia da Universidade de Western Ontario. Via: Live Science


Consumir frutas cítricas fortalece o organismo e ajuda na prevenção de doenças cardíacas, diz estudo

Foto: Pixabay Conhecida como mexerica na região sudeste, a fruta é referência quando o assunto é turbinar a imunidade, segundo a nutricionista Jéssica Santos.

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No entanto, seus benefícios para o corpo vão muito a …

Foto: Pixabay Conhecida como mexerica na região sudeste, a fruta é referência quando o assunto é turbinar a imunidade, segundo a nutricionista Jéssica Santos.

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No entanto, seus benefícios para o corpo vão muito além disso. “Além de rica em Vitamina C, a tangerina é fonte de fibras e apresenta um alto teor de potássio. Portanto, é recomendado consumir a fruta com regularidade, já que ela proporciona inúmeros benefícios e auxilia na prevenção de doenças”, comenta a nutricionista. Abaixo, a nutricionista elenca as principais vantagens de inserir a fruta na alimentação do dia a dia.

Prevenção de doenças cardíacas: Estudos comprovam que consumir frutas cítricas, como a tangerina, promovem a diminuição significativa do risco de contração de hipertensão e doenças cardiovasculares como aterosclerose e AVC.

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Essa função está associada à ação antioxidante promovida por elas, que retardam e previnem a ação dos radicais livres no corpo. Redução do colesterol: Segundo uma pesquisa divulgada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, a tangerina possui um composto denominado flavonoide, podendo ser responsável por reduzir o colesterol com mais eficácia que determinados medicamentos. Por isso, para quem sofre desse mal, a nutricionista sugere o consumo diário da fruta. Melhora na digestão: “Quando se pensa em frutas ricas em fibras, a laranja é uma das primeiras a vir em mente.

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Poucos sabem, mas a tangerina apresenta três vezes mais fibras. Ela estimula a absorção de água e acelera a digestão, eliminando os resíduos e, consequentemente, aliviando a constipação”, explica Jéssica. Fortalecimento do sistema imunológico: “Por ser rica em vitamina C, a fruta promove o fortalecimento da imunidade, garantindo maior resistência a diversos problemas de saúde como gripes e resfriados”, comenta. Diminui o envelhecimento precoce: O envelhecimento precoce é causado por um processo degenerativo que ocorre antes que idade biológica chegue. Porém, devido ao alto teor de vitamina C, fibras e propriedades antioxidantes encontrados no fruto, auxilia no combate dos radicais livres, principais agentes envolvidos no processo de envelhecimento.

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Redução de inflamações: “A Vitamina C e as substâncias antioxidantes presentes na tangerina atuam no combate a inflamações no corpo, impedindo a formação de radicais livres que possibilitam reações desnecessárias de oxidação no corpo e causam desconfortos”, declara também a nutricionista. Aumento da saciedade: Para quem busca uma alimentação mais balanceada, a mexerica é a pedida certa. “Por ser rica em fibras, ela atrasa o esvaziamento gástrico, fator que diminui a fome. Além disso, as pessoas mastigam por mais tempo e aumentam a salivação, o que também aumenta a sensação de saciedade”, finaliza.


“Múmia que grita” pode ter morrido de ataque cardíaco há 3 mil anos

+ Múmia que grita pode ter morrido de ataque cardíaco há 3 mil anos (Foto: Zahi Hawass and Sahar Saleem) Uma mulher egípcia que foi mumificada com a boca aberta há cerca de 3 mil anos pode ter morrido de ataque cardíaco, segundo uma nova tomografia computadorizada realizada em seu corpo. A …

+ Múmia que grita pode ter morrido de ataque cardíaco há 3 mil anos (Foto: Zahi Hawass and Sahar Saleem) Uma mulher egípcia que foi mumificada com a boca aberta há cerca de 3 mil anos pode ter morrido de ataque cardíaco, segundo uma nova tomografia computadorizada realizada em seu corpo. A chamada “múmia que grita” havia chamado atenção dos pesquisadores anteriormente por sua expressão peculiar, mas foi só agora, graças ao esforço de historiadores egípcios, que a causa de sua morte pode ter sido revelada.

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A múmia foi descoberta há mais de um século, em 1881, no antigo complexo de tumbas Deir el-Bahari, que fica próximo ao Nilo, na cidade de Luxor. Embora o nome “Meritamun” estivesse inscrito no material que a embalava, os egiptólogos não têm certeza de quem ela era. Como explicam, várias princesas no Egito antigo eram chamadas de Meritamun, incluindo a filha do governante da 17ª dinastia de Tebas, Seqenenre Tao II, que governou por volta de 1558 a.C.

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aterosclerose: e a filha do poderoso Ramsés …

e a filha do poderoso Ramsés II que se tornou faraó em 1279 a.C. Junto com a múmia foi encontrado o corpo do príncipe Pentawere, filho do rei Ramsés III, que foi forçado a cometer suicídio por enforcamento como punição por seu envolvimento no assassinato do pai. saiba mais O novo exame foi conduzido por Zahi Hawass, egiptólogo e ex-ministro de Antiguidades do Egito, e por Sahar Saleem, professor de radiologia da Universidade do Cairo e especialista em múmias. De acordo com eles, os restos apresentam indícios de aterosclerose (enrijecimento das artérias) e placas de gordura nos vasos sanguíneos. Por isso, os estudiosos acreditam que ela tenha morrido sozinha, por conta de um ataque cardíaco e provavelmente só tenha sido encontrada várias horas depois, quando seu corpo já estava enrijecido — sua mandíbula deve ter aberto após a morte e ficou “congelada” para sempre.

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“Os embalsamadores foram, portanto, incapazes de fechar a boca ou deitar o corpo contraído, como [é feito] de costume em outras múmias, preservando sua expressão facial e postura na hora da morte”, escreveram os especialistas no site de Hawass. No entanto, pesquisadores que não participaram do estudo duvidam que este seja o caso. Como explicam, o enrijecimento do corpo dura apenas alguns dias — muito menos que o de mumificação, por exemplo. “É muito mais provável que os invólucros ao redor da mandíbula simplesmente não estivessem apertados o suficiente para manter a boca fechada”, disse Andrew Wade, pesquisador de múmias da Western University, no Canadá, ao Gizmodo. “[A mandíbula] tende a ficar em uma posição aberta se deixada por conta própria.”


Coronavírus: colesterol alto é fator de risco?

As comorbidades resultantes do alto nível de gordura saturada ou colesterol alto, na sua fração conhecida como LDL ou colesterol ruim, fazem com que a pessoa se insira no grupo de alto risco para agravamento da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Nesta terrível pan …

As comorbidades resultantes do alto nível de gordura saturada ou colesterol alto, na sua fração conhecida como LDL ou colesterol ruim, fazem com que a pessoa se insira no grupo de alto risco para agravamento da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Nesta terrível pandemia, milhares de aspectos estão sendo estudados pelo mundo. Muitas questões sobre quem seria mais sensível ao seu ataque surgem nas mídias sociais, e uma delas culpa o colesterol alto como agravante do Covid-19. 1 de 1
Aterosclerose: depósito de gordura nas artérias atrapalha a circulação do sangue e causa comorbidades que são fator de risco para coronavírus — Foto: iStock Getty Images Aterosclerose: depósito de gordura nas artérias atrapalha a circulação do sangue e causa comorbidades que são fator de risco para coronavírus — Foto: iStock Getty Images As comorbidades nos preocupam e uma delas é a aterosclerose, doença degenerativa que se inicia pelos 30 anos de idade e que se caracteriza principalmente pelo depósito de gordura (colesterol LDL) e de outras substâncias nas camadas internas das artérias do coração, do cérebro, da aorta, obstruindo a passagem do sangue em porcentagens variáveis.

aterosclerose: Forma-se o ateroma, uma espécie de …

Forma-se o ateroma, uma espécie de “calombo” nas artérias. Uma outra doença, um pouco diferente e com nome parecido, é a arteriosclerose, que se caracteriza pelos depósitos de gordura e cálcio ao longo de toda a extensão de uma artéria, deixando-a endurecida. Ambas são doenças progressivas e silenciosas e provocadas pelo acúmulo de colesterol LDL em placas ou ao longo das artérias.

O portador não sente o colesterol elevado, mas se não for tratado corretamente, poderá ter as complicações causadas pelas obstruções dessas artérias: angina do peito, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aneurismas e outras. E aí sim passa a ser paciente de alto risco se contrair o coronavírus.

aterosclerose: O tratamento atual da elevação do …

O tratamento atual da elevação do colesterol é basicamente com medicação e as mais usadas são as estatinas, que podem ter alguns efeitos colaterais contornáveis. Infelizmente a prática de esportes ou de exercícios físicos regulares não corrige níveis elevados do colesterol; mas pode, sim, elevar os níveis do colesterol bom, o HDL, que ajuda na proteção contra a aterosclerose, principalmente nas mulheres esportistas ativas por longos meses. Os exercícios aeróbicos são os mais indicados nesse caso.

aterosclerose: Importante destacar que, em taxas normais, …

Importante destacar que, em taxas normais, o colesterol é uma gordura extremamente útil ao ser humano, necessária à vida. Está presente em hormônios como os sexuais e na vitamina D, compõe a bile para absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis no intestino e facilita a eliminação do excedente de alimentos gordurosos. Os hábitos alimentares saudáveis mudaram muito nos últimos anos e continuam nos auxiliando muito no combate às doenças degenerativas. No entanto, alertamos para alguns mitos sobre o colesterol: Muitas pessoas acreditam que, por praticar esportes e serem magras, terão sempre níveis normais de colesterol.

aterosclerose: Não é verdade. Consumir limão, berinjela, …

Não é verdade. Consumir limão, berinjela, laranja, abacaxi, romã e outros alimentos não corrige o LDL elevado. Doses elevadas de vitaminas D, C e E não diminuem o LDL. Controlar as taxas de colesterol a partir de tratamento prescrito por médico ainda é a melhor estratégia. * As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.


Mais que cáries: falta de higiene bucal pode originar doenças

A boca é órgão de deleite para um dos maiores prazeres do ser humano – a alimentação – mas é também é porta de entrada para bactérias e outros microrganismos.

aterosclerose: Nela pode começar outros problemas de …

Nela pode começar outros problemas de saúde, …

A boca é órgão de deleite para um dos maiores prazeres do ser humano – a alimentação – mas é também é porta de entrada para bactérias e outros microrganismos.

aterosclerose: Nela pode começar outros problemas de …

Nela pode começar outros problemas de saúde, que vão além das cáries, gengivites e problemas nos dentes. Para se ter uma ideia, um estudo divulgado pelo Instituto do Coração (Incor), da Universidade de São Paulo (USP), aponta que 45% das doenças cardíacas têm início na cavidade bucal, podendo ser nos dentes, lábios, gengiva, língua e bochecha. Entre elas estão a endocardite bacteriana, aterosclerose, arritmia, AVC (acidente vascular cerebral) e até mesmo o infarto.

Por isso, manter a higiene bucal em dia e estar atento a alterações na boca é essencial. Mas o cirurgião-dentista André Ferreira, tem observado que, devido ao isolamento social, muitas pessoas têm descuidado de cuidados básicos como a escovação frequente. “A boca não é separada do restante do organismo, pelo contrário, através dela bactérias, vírus e fungos acessar a corrente sanguínea e se espalhar pelo restante do corpo, chegando aos outros órgãos”, explica. Até mesmo pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) precisam de cuidados odontológicos.

aterosclerose: “Quando os médicos detectam alguma infecção …

“Quando os médicos detectam alguma infecção na boca do paciente nos acionam, independente se o paciente está com alimentação convencional ou não, o que determina nossa intervenção é a gravidade do caso”, revela André. Ele detalha que nestas situações os dentistas realizam a remoção do foco de infecção, a qual pode ser dar por meio de profilaxia (limpeza simples), raspagens (limpeza profunda), eliminação de doenças gengivais, abcessos, cistos, entre outros. Reprodução internet Cuidados O dentista recomenda que não se deve negligenciar os cuidados básicos da higiene bucal, como usar o fio dental e fazer a escovação regular após as refeições.

aterosclerose: “As pessoas devem fazer um check-up …

“As pessoas devem fazer um check-up bucal no mínimo uma vez ao ano, no qual o profissional faz um exame clínico avaliando os dentes, bochechas e demais regiões bucais. Se necessário, são pedidos exames complementares”. Além disso, André ressalta que é preciso cuidar da alimentação. “Antigamente se falava que um grande vilão para os dentes era apenas o açúcar. Hoje sabemos que há lesões não cariosas e outros problemas que acontecem pelos alimentos ácidos”. É na boca também onde aparece vários sinais da baixa imunidade, como aftas, diversas formas de estomatite, amigdalite, herpes e inflamações gengivais e periodontais. O ideal, diz o especialista, é observar sua cavidade bucal e procurar um especialista sempre que perceber sintomas recorrentes ou persistentes, além de aspectos físicos diferentes.